Estudo de Caso 12/09/2026 Equipe Hidroimagem 9 visualizações

Locação de poço para irrigação: estudo de caso

[NOTA PARA SUA REVISÃO — apague este parágrafo antes de publicar] Estudo de caso ilustrativo: números, locais e perfis de cliente são representativos de situações comuns do setor, mas não descrevem um cliente específico. Se preferir, substitua pelos dados de um trabalho real (com autorização do cliente) — a estrutura já está pronta.

Irrigação muda a escala do problema: não basta "dar água" — o poço precisa sustentar dezenas de metros cúbicos por hora, todos os dias da safra. Este caso mostra como a locação geofísica orientou um investimento alto com margem de segurança.

O contexto

  • Demanda: ~60 m³/h para um pivô central, na região de Ribeirão Preto-SP.
  • Geologia: área sedimentar (arenitos) — o desafio não era "achar água", era garantir espessura saturada suficiente para a vazão alta.
  • Risco a evitar: um poço caro demais (profundidade desnecessária) ou raso demais (vazão insuficiente na estiagem).

O estudo

Foram executadas quatro SEVs distribuídas nos pontos candidatos (que já consideravam a logística do pivô e a rede elétrica). A interpretação mapeou a espessura do pacote arenoso saturado em cada ponto — variando de ~60 m num extremo a ~140 m no outro — e a profundidade do embasamento.

O ponto escolhido combinou a maior espessura saturada com distância adequada de um poço vizinho outorgado (evitando interferência que travaria a outorga).

O resultado

  • Poço: 180 metros, projetado com filtros nas zonas indicadas pelo estudo.
  • Teste de bombeamento: 65 m³/h sustentados por 24 horas, com rebaixamento estabilizado — folga sobre a demanda.
  • Outorga: o conjunto SEVs + perfil construtivo + teste completo compôs um processo bem documentado, analisado sem exigências adicionais.

Lições do caso

  • Para vazões altas, a pergunta certa não é "onde tem água?", e sim "onde o aquífero é mais espesso?" — e isso a SEV responde antes de perfurar.
  • Locação bem feita dimensiona o investimento: nem metro a mais, nem vazão a menos.
  • Os dados do estudo trabalham duas vezes: orientam a perfuração e depois sustentam a outorga.

Projeto de irrigação em vista? Fale com a Hidroimagem na fase de planejamento — é quando o estudo rende mais.

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